ANEXO II À RESOLUÇÃO Nº 11/2024 DO CONSEPE
ESTRUTURA ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA,
EM NÍVEL DE MESTRADO ACADÊMICO
I – DISCIPLINAS
A – Disciplinas Obrigatórias
Nº | Disciplina | Número de créditos | C.H. | ||
Teóricos | Práticos | Total | |||
1 | Sistemas de Produção | 4 | 4 | 60 | |
2 | Estatística Aplicada | 4 | 4 | 60 | |
3 | Metodologia da Pesquisa | 4 | 4 | 60 |
B – Disciplinas Optativas
Nº | Disciplina | Número de créditos | C.H. | ||
Teóricos | Práticos | Total | |||
1 | Engenharia Econômica Avançada | 4 | 4 | 60 | |
2 | Análise de Custos | 4 | 4 | 60 | |
3 | Estratégia Empresarial | 4 | 4 | 60 | |
4 | Sustentabilidade Corporativa | 4 | 4 | 60 | |
5 | Gestão da Cadeia de Suprimentos | 4 | 4 | 60 | |
6 | Sistemas de Produção Enxuta | 4 | 4 | 60 | |
7 | Fundamentos de Ergonomia | 4 | 4 | 60 | |
8 | Metodologia da Ergonomia | 4 | 4 | 60 | |
9 | Estatística Paramétrica e Não-Paramétrica | 4 | 4 | 60 | |
10 | Planejamento e Análise deExperimentos | 4 | 4 | 60 | |
11 | Otimização Linear | 4 | 4 | 60 | |
12 | Otimização Discreta | 4 | 4 | 60 | |
13 | Otimização Combinatória e Meta-heurísticas | 4 | 4 | 60 | |
14 | Tópicos Especiais em Gestão Integrada de Sistemas de Produção I | 4 | 4 | 60 | |
15 | Tópicos Especiais em Gestão Integrada de Sistemas de Produção II | 2 | 2 | 30 |
II – EMENTÁRIO
A – Disciplinas Obrigatórias
Disciplina: Sistemas de Produção
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Conceito de sistema. Evolução, modelos e configurações de sistemas de produção. Hierarquia dos sistemas de produção: processos, unidades produtivas e cadeias de suprimentos. Projeto, análise e melhoria de sistemas de produção. Tendências modernas e tópicos emergentes de pesquisa.
Bibliografia: ANTUNES, J. et al. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da
manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008.
BARTEZZAGHI, E. The evolution of production models: is a new paradigm emerging? International Journal of Operations & Production Management, v. 19, n. 2, p. 229-250, 1999. HOPP, W. J.; SPEARMAN, M. L. A ciência da fábrica. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. LI, J.; MEERKOV, S. M.; ZHANG, L. Production systems engineering: main results and recommendations for management. International Journal of Production Research, v. 51, n. 23-24, p. 7209-7234, 2013. NETLAND, T. Exploring the phenomenon of company-specific production systems: one-best-way or ownbest-way? International Journal of Production Research, v. 51, n. 4, p. 1084-1097, 2013. PIDD, M. Systems modelling: theory and practice. Hoboken: John Wiley & Sons, 2004. SCHMENNER, R. W. Getting and staying productive: applying swift, even flow to practice. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. SLACK, N.; BRANDON-JONES, A.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2018. YIN, Y.; STECKE, K. E.; LI, D. The evolution of production systems from Industry 2.0 through Industry 4.0. International Journal of Production Research, v. 56, n. 1-2, p. 848-861, 2018.
Disciplina: Estatística Aplicada
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Estatística descritiva. Distribuição de probabilidade. Inferência estatística e testes de hipóteses. Análise de variância. Análise de regressão. Aplicação em problemas de Engenharia de Produção com utilização de softwares.
Bibliografia: GUPTA, C. B.; GUTTMAN, I. Estatística e probabilidade com aplicações para engenheiros e cientistas. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F. Estatística aplicada à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004. MONTGOMERY, D. C.; JENNINGS, C. L.; PFUND, M. E. Managing, controlling, and improving quality. New Jersey: John Wiley & Sons, 2011. MONTGOMERY, D. C.; PECK, E. A.; VINING, G. Introduction to linear regression analysis. 4.ed. New Jersey: John Wiley, 2007. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2016. SHARPE, N. R.; DE VEAUX, R. D.; VELLEMAN, P. F. Estatística aplicada: administração, economia e negócios. Porto Alegre: Bookman, 2011. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 12.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
Disciplina: Metodologia da Pesquisa
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Princípios da pesquisa científica. Etapas da pesquisa científica. Identificação do tema e do problema de pesquisa. Definição de objetivos e hipóteses. Justificativa da pesquisa. Pesquisa e revisão da literatura: revisão sistemática da literatura. Bibliometria. Métodos de pesquisa empregados em engenharia de produção: estudo de caso, pesquisa ação, survey, modelagem, simulação e experimento. Análise e apresentação dos resultados da pesquisa. Estrutura de elaboração de teses, dissertações e artigos científicos.
Bibliografia: ALLWOOD, C. M. The distinction between qualitative and quantitative research methods is problematic. Quality and Quantity, v. 46, n. 5, p. 1417–1429, 2012. ARMITAGE, A.; KEEBLE-ALLEN, D. Undertaking a structured literature review or structuring a literature review: tales from the field. Electronic Journal of Business Research Methods, v. 6, n. 2, p. 103-114, 2008.
BERTRAND, W. Y.; FRANSOO, J. C. Modelling and simulation: operations management research
methodologies using quantitative modeling. International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p. 241-264, 2002. CAUCHICK MIGUEL, P. A. (coord.) Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. CRESWELL, J. W. Investigação qualitativa & projetos de pesquisa. 3. Ed. Porto Alegre: Penso, 2014.
CRESWELL, J. W. Research design: qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. 4.ed. Thousand Oaks: Sage, 2014. CRESWELL, J. W.; CLARK, V. L. P. Pesquisa de métodos mistos. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2013. EISENHARDT, K.; GRAEBNER, M. E. Theory building from cases: opportunities and challenges. Academy of Management Journal, v. 50, n. 1, p. 25–32, 2007.
HSU, C.; OHIO, T. Delphi techniques: practical assessment research and evaluation, v. 12, n. 10, 2007. JACK, E. P.; RATURI, A. S. Lessons learned from methodological triangulation in management research. Management Research News, v. 29, n. 6, p. 345-357, 2006. JONKER, J.; PENNINK, B. The essence of research methodology: a concise guide for Master and PhD students in Management Science. New York: Springer, 2010. KRIPPENDORFF, K. Content analysis: an introduction to its methodology. 2.ed. [s.l.] Sage Publications, Inc. 2455, 2002. MALHOTRA, M. K.; GROVER, V. An assessment of survey research in POM: from constructs to theory. Journal of Operations Management, v. 16, p. 407-425, 1998. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2008. OKOLI, C.; PAWLOWSKI, S. D. The Delphi method as a research tool: an example, design considerations and applications. Information and Management, v. 42, n. 1, p. 15–29, 2004.
ROWLEY, J.; SLACK, F. conducting a literature review. Management Research News, v. 27, n.6, p. 31-39, 2004. SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de pesquisa. 5.ed. Porto Alegre: Penso, 2013. TRANFIELD, D.; DENYER, D.; SMART, P. Towards a methodology for developing evidence-informed management knowledge by means of systematic review. British Journal of Management, v. 14. p. 207-222, 2003. WHITE, M. D.; MARSH, E. E. Content analysis: a flexible methodology. Library Trends, v. 55, n. 1, p. 22-45, 2006. WINKE, P. Using focus groups to investigate study abroad theories and practice. System, v. 71, p. 73–83, 2017. YIN, R. Estudo de caso: planejamento e método. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
B – Disciplinas Optativas
Disciplina: Engenharia Econômica Avançada
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Matemática financeira. Critérios de avaliação de investimentos. Avaliação de projetos e a influência dos impostos, financiamentos, depreciação e inflação. Avaliação de projetos e análise de incertezas (sensibilidade). Análise de riscos (estatística e simulação de Monte Carlo). Determinação da taxa mínima de atratividade (WACC e CAPM). Árvore de decisões e opções reais.
Bibliografia: AQUILA, G. et al. Wind power feasibility analysis under uncertainty in the Brazilian electricity market. Energy Economics, v. 65, p. 127-136, 2017. AQUILA, G. et al. Wind power generation: an impact analysis of incentive strategies for cleaner energy provision in Brazil. Journal of Cleaner Production, v. 137, p. 1100-1108, 2016. CASAROTTO, N; KOPITTKE, B. H. Análise de investimentos. São Paulo: Atlas: 2010. DAMODARAN, A. Avaliação de investimentos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010. HAWAWINI, G.; VIALLET, C. Finanças para executivos: gestão para criação de valor. São Paulo: Cengage, 2009. HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica. 7.ed. São Paulo: Atlas. 2000. RODRIGUES, S.; CHEN, X.; MORGADO-DIAS, F. Economic analysis of photovoltaic systems for the residential market under China’s new regulation. Energy Policy, v. 101, p. 467-472, 2017. TAO, J. Y.; FINENKO, A. Moving beyond LCOE: impact of various financing methods on PV profitability for SIDS. Energy Policy, v. 98, p. 749-758, 2016. TESTA, R. et al. Giant reed as energy crop for Southern Italy: an economic feasibility study. Renewable and Sustainable Energy Reviews, v. 58, p. 558-564, 2016.
Disciplina: Análise de Custos
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Conceitos e classificações de custos. Noções cadeia de valor; de sistema de produção; planejamento e controle de produção e acumulação de custos. Métodos de custeio (RKW, ABC, UEP). Método de custeio ABC/ABM. Filosofias Kaizen e Meta. Ferramentas usadas para melhorar a implementação do ABC/ABM (FTP, FTA, Seis Sigma, FMEA, QFD, GUT etc.). Tendências modernas: custos logísticos, ambientais, transacionais e interorganizacionais.
Bibliografia: ALLORA, F.; ALLORA, V. UP’: unidade de medida de produção para custos e controles gerenciais das fabricações. São Paulo: Pioneira, 1995. BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos em empresas modernas. São Paulo, Atlas, 2009. COOPER, R.; KAPLAN, R. Custo e desempenho: administre seus custos para ser mais competitivo. São Paulo: Futura, 1998.
FARIA, A. C.; COSTA, M. F. G. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, 2007. GOLDRAT, E. Não é sorte: a aplicação dos processos de raciocínio da Teoria das Restrições. São Paulo: Nobel, 2000.
HORNGREN, C. T.; FOSTER, G.; DATAR, S. M. Cost accounting: a managerial emphasis. New York: Prentice Hall, 2009. PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2012. SILVA, R. N. S.; LINS, L. S. Gestão de custos: contabilidade, controle e análise. São Paulo: Atlas, 2017. SOUZA, M. A.; DIEHL, C. A. Gestão de custos: uma abordagem integrada entre contabilidade, engenharia e administração. São Paulo, Atlas, 2009.
Disciplina: Estratégia Empresarial
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Fundamentos de estratégia empresarial. Contexto estratégico (mercado, análise competitiva, análise interna). Visão baseada em recursos. Teoria das capacidades dinâmicas. Fronteiras verticais e horizontais da empresa. Teoria dos custos de transação. Visão Relacional. Estratégias corporativas e competitivas. Estratégia de produção. Processo estratégico. Controle estratégico e desempenho. Mudança Estratégica. Bibliografia: BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem competitiva: conceitos e casos. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. BARNEY, J. Firm resource and sustained competitive advantage. Journal of Management, v. 17, n. 1, p. 99-
120, 1991. BESANKO, D. et al. A economia da estratégia. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
DYER, J.; SINGH H. The relational view: cooperative strategy and sources of inter organizational
competitive advantage. Academy of Management Review, v. 23, n. 4, p. 660-679, 1998. KENNERLEY, M.; NEELY, A. Measuring performance in a changing business environment. International Journal of Operations & Production Management, v. 23, n. 2, p. 213-229, 2003.
GHEMAWAT, P. Competition and business strategy in historical perspective. Business History Review, v. 76, n. 1, p. 37-74, 2002. JOHNSON, G.; SCHOLES, K.; WHITTINGTON, R. Exploring corporate strategy: text and cases. 8.ed. Harlow: Prentice Hall, 2008. LAVIE, D. The competitive advantage of interconnected firms: an extension of the resource-based view. Academy of Management Review, v. 31, n. 3, p. 638–658, 2006. MILLS, J. et al. Competing through competences. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2002. MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000. PEDERSEN, E. R. G. SUDZINA, F. Which firms use measures? Internal and external factors shaping the adoption of performance measurement systems in Danish firms. International Journal of Operations & Production Management, v. 32 n. 1, p. 4-27, 2012. PETERAF, M. A. The cornerstones of competitive advantage: a resource- based view. Strategic Management Journal, v. 14, n. 3, p. 179-191, 1993. PORTER, M. E. Towards a dynamic theory of strategy. Strategic Management Journal, v.12, p. 95–117, 1991. SLACK, N.; LEWIS, M. Estratégia de operações. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. TEECE, D. J. PISANO, G.; SHUEN, A. Dynamic capabilities and strategic management. Strategic Management Journal, v. 18, n. 7.p. 509-533, 1997. TEECE, D. J. Towards a capability theory of (innovating) firms: implications for management and policy. Cambridge Journal of Economics, v. 41, n. 3, p. 693–720, 2017. TEECE, D. J. Dynamic capabilities and strategic management. New York: Oxford University Press, 2009.
Disciplina: Sustentabilidade Corporativa
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Conceitos básicos: sustentabilidade corporativa e desenvolvimento sustentável global. Estratégias e modelos de negócios para sustentabilidade. Tópicos emergentes.
Bibliografia: BAKKER, F. G. A.; GROENEWEGEN, P.; HOND, F. D. A bibliometric analysis of 30 years of research and theory on Corporate Social Responsibility and Corporate Social Performance. Business & Society, v. 44, n. 3, p. 283–317, 2005. DONALDSON, T.; PRESTON, L. E. The stakeholder theory of the corporation: concepts, evidence and implications. The Academy of Management Review, v. 20, n. 1, p. 65–91, 1995. DYLLICK, T.; MUFF, K. Clarifying the meaning of sustainable business: introducing a typology from business-as-usual to true business sustainability. Organization & Environment, v. 29, n. 2, p. 156–174, 2016. ELKINGTON, J. Canibais com garfo e faca. São Paulo: Makron Books, 2001. EVANS, S. et al. Business model innovation for sustainability: towards a unified perspective for creation of sustainable business models. Business Strategy and the Environment, v. 608, p. 597–608, 2017. GARRIGA, E.; MELÉ, D. Corporate social responsibility theories: mapping the territory. Journal of Business Ethics, v. 53, p. 51–71, 2004. HOMRICH, A. S. et al. The circular economy umbrella: trends and gaps on integrating pathways. Journal of Cleaner Production, v. 175, p. 525–543, 2017. MITCHELL, R. K.; AGLE, B. R.; WOOD, D. J. Towards a theory of stakeholder identification and salience: defining the principle of who and what really counts. The Academy of Management Review, v. 22, n. 4, p. 853–886, 1997. MORIOKA, S. N. et al. Transforming sustainability challenges into competitive advantage: multiple case studies kaleidoscope converging into sustainable business models. Journal of Cleaner Production, v. 167, p. 723–738, 2017.
MORIOKA, S. N.; CARVALHO, M. M. A systematic literature review towards a conceptual framework for integrating sustainability performance into business. Journal of Cleaner Production, v. 136, p. 134–146, 2016. MORIOKA, S. N.; CARVALHO, M. M. Measuring sustainability in practice: exploring the inclusion of sustainability into corporate performance systems in Brazilian case studies. Journal of Cleaner Production, v. 136, p. 123–133, 2016. SCHALTEGGER, S.; LU DEKE-FREUND, F.; HANSEN, E. G. Business models for sustainability: a coevolutionary analysis of sustainable entrepreneurship, innovation, and transformation. Organization & Environment, v. 29, n. 3, p. 264–289, 2016. SEURING, S.; MÜLLER, M. From a literature review to a conceptual framework for sustainable supply chain management. Journal of Cleaner Production, v. 16, n. 15, p. 1699–1710, 2008. WOLF, J. Sustainable supply chain management integration: a qualitative analysis of the German manufacturing industry. Journal of Business Ethics, v. 102, n. 2, p. 221–235, 2011.
Disciplina: Gestão da Cadeia de Suprimentos
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Modelos de gestão da cadeia de suprimentos. Integração em cadeias de suprimentos. Gestão de riscos em cadeia de suprimentos. Avaliação de desempenho em cadeia de suprimentos. Coordenação da cadeia de suprimentos. Competição entre cadeias de suprimentos e a competitividade. Colaboração na cadeia de suprimentos.
Bibliografia: BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logística empresarial. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. CORONADO, O. Logística integrada: modelo de gestão. São Paulo: Atlas, 2007. CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Prentice Hall, 2003. PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos (supply chain management): conceitos, estratégias, práticas e casos. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2016. NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2007. STOCK, J.; LAMBERT, D. Strategic logistics management. 4.ed. New York: McGraw Hill, 2000.
Disciplina: Sistemas de Produção Enxuta
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Origens da produção enxuta. Princípios e filosofia da produção enxuta. Práticas enxutas aplicadas ao projeto e à gestão de sistemas de produção. Aplicabilidade e extensões do conceito de produção enxuta. Sistemas de programação puxada. Ferramentas de análise do fluxo de valor. Implementação, avaliação e melhoria contínua do sistema de produção enxuta.
Bibliografia: BHAMU, J.; SANGWAN, K. S. Lean manufacturing: literature review and research issues. International Journal of Operations & Production Management, v. 34, n. 7, p. 876-940, 2014.
FELD, W. M. Lean manufacturing: tools, techniques, and how to use them. Boca Raton: CRC Press, 2001. FERDOWS, K.; THURNHEER, F. Building factory fitness. International Journal of Operations & Production Management, v. 31, n. 9, p. 916-934, 2011. FUJIMOTO, T. The evolution of a manufacturing system at Toyota. New York: Oxford University Press, 1999. HOLWEG, M. The genealogy of lean production. Journal of Operations Management, v. 25, n. 2, p. 420-437, 2007.
HOPP, W. J.; SPEARMAN, M. L. A ciência da fábrica. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. LIKER, J. K. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005. MARKSBERRY, P. The modern theory of the Toyota Production System: a systems inquiry of the world’s most emulated and profitable management system. Boca Raton: CRC Press, 2013.
MONDEN, Y. Sistema Toyota de produção: uma abordagem integrada ao just-in-time. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. OHNO, T. O Sistema Toyota de Produção: além da produção em larga escala. Porto Alegre: Bookman, 1997. ROTHER, M.; SHOOK, J. Aprendendo a enxergar: mapeando o fluxo de valor para agregar valor e eliminar o desperdício. São Paulo: Lean Institute Brasil, 2003.
SCHMENNER, R. W. Getting and staying productive: applying swift, even flow to practice. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. SHINGO, S. Sistema Toyota de Produção: do ponto de vista da engenharia de produção. Porto Alegre: Bookman, 1996. SURI, R. It’s about time: the competitive advantage of quick response manufacturing. New York: CRC Press, 2010. THÜRER, M.; TOMAŠEVIĆ, I.; STEVENSON, M. On the meaning of ‘waste’: review and definition. Production Planning & Control, v. 28, n. 3, p. 244-255, 2017. WOMACK, J. P.; JONES, D. T. A mentalidade enxuta nas empresas: elimine o desperdício e crie riqueza.10.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
Disciplina: Fundamentos de Ergonomia
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Definição e objetivos, formação histórica, domínios de especialização, modalidades da Ergonomia. Conceitos básicos de Ergonomia: Aspectos normativos. Epistemologia da Ergonomia. Paradigmas da Ergonomia. Biomecânica ocupacional. Macroergonomia. Antropotecnologia. Ergonomia Comunitária. Ergonomia cognitiva: conceitos, teorias, modelagem; erro humano. Introdução ao Pensamento Complexo. Engenharia de Resiliência e Segurança.
Bibliografia: AMALBERTI, R. Optimum system safety and optimum system resilience: agonistic or
antagonistic concepts? In: HOLLNAGEL, E.; WOODS, D. D., LEVESON, N. (Eds.). Resilience
engineering: concepts and precepts. Ashgate, Farnham, 2006. CASTILLO, J. J.; VILLENA, J. (Eds.). Ergonomia: conceitos e métodos. Dinalivro: Lisboa, 2005. DANIELLOU, F. [Coord.]. A ergonomia em busca de seus princípios: debates epistemológicos. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. DEXTER, D.; GRIFFITHS, A.; BENN, S. Organizational change for corporate sustainability. 2ed. London: Routledge, 2008. DUARTE, F. [Org.]. Ergonomia e projeto na indústria de processo contínuo. Rio de Janeiro: COPPE-RJ/Ed. Lucerna, 2002. DUARTE, F.; FEITOSA, V. [Org.]. Linguagem e trabalho. Rio de Janeiro: Ed. Lucerna, 1998. DUL J. et al. A strategy for human factors/ergonomics: developing the discipline and profession. Ergonomics, v. 55, n. 4, p. 1-20, 2012. FALZON, P. Ergonomia. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. GUÉRIN, F. et al. Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. HENDRICK, H. W.; KLEINER, B. M. Macroergonomia: uma introdução aos projetos de sistemas de trabalho. Rio de Janeiro: Editora Virtual Científica, 2006. HOLLNAGEL; E.; WOODS, D. D.; LEVESON, N. Resilience Engineering: concepts and precepts. England: Ashgate, 2006. MONTMOLLIN, M. Vocabulaire de l’ergonomie. Toulouse/France: Octares Éditions, 1995. VIDAL, M. C. Ergonomia na empresa: útil, prática e aplicada. Rio de Janeiro: EVC Editora, 2001. VIDAL, M. C. Guia para Análise Ergonômica do Trabalho (AET) na empresa: uma metodologia realista, ordenada e sistematizada. Rio de Janeiro: Editora Virtual Científica, 2003. VIDAL, M. C. Os paradigmas em ergonomia: uma epistemologia da insatisfação ou uma disciplina para a ação? Rio de Janeiro: GENTE/COPPE/UFRJ, 1991.
VIDAL, M. C. R.; CARVALHO, P. V. R. Ergonomia cognitiva. Rio de Janeiro: Editora Virtual CientíficaEVC, 2008. WISNER, A. Antropotecnologia. Rio de Janeiro: EVC, 2004. 188p.
WISNER. A. Inteligência no trabalho: textos selecionados em ergonomia. São Paulo, FUNDACENTRO, 1987.
Disciplina: Metodologia da Ergonomia
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Fundamentos de Ergonomia.
Ementa: Aspectos teórico-metodológicos da Ergonomia: fundamentos da abordagem da complexidade, aporte da etnometodologia, pragmática, métodos observacionais e interacionais. O método da Ergonomia. Análise Ergonômica do Trabalho – AET: definições e conceitos, aspectos legais e normativos, demandas ergonômicas, instrução da demanda, análise global, análise da tarefa, análise da atividade (análise focal + pré-diagnóstico e análise focada + diagnóstico) e modelagem operante, especificações ergonômicas. Construção social; validação, restituição, auto-confrontação simples e cruzada.
Bibliografia: CARVALHO, R. J. M.; SALDANHA, M. C. W. ; VIDAL, M. C. R. ; CARVALHO, PAULO V. R. Situated design of line-oriented flight training (LOFT): a case study in a Brazilian airline. Cognition Technology & Work, v. 1, p. 3-22, 2016. COULON, A. Etnometodologia. Petrópolis: Ed. Vozes, 1995. Capítulos 3, 4 e 5. GARFINKEL, H. What’s ethnomethodology? (Cap. 01) In: Studies in ethnomethodology. USA: Polity Press, 2010. GUÉRIN, F. Et al. Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
LEAL, L. F. Análise Coletiva do Trabalho-ACT. In: DUARTE, F.; FEITOSA, V. Linguagem e trabalho. Rio de Janeiro: Ed. Lucerna, 1998. MARRAS, W. S.; KARWOWSKI, W. The occupational ergonomics handbook. 2.ed. USA: Taylor and Francis, 2006. MTE. Manual de aplicação da Norma Regulamentadora nº 17. 2.ed.. Brasília: MTE, SIT, 2002. Norma Regulamentadora NR 17 – Ergonomia. SALDANHA, M. C. W. Et al. The construction of ergonomic demands: application on artisan fishing using jangada fishing rafts in the beach of Ponta Negra. Work: Journal of Prevention Assessment & Rehabilitation, v. 41, p. 628-635, 2012. SINCLAIR, M. A. Participative assessment. In: WILSON, J. R..; CORLETT, N. Evaluation of human work. 3.ed. USA: Taylor and Francis, 2005.
STANTON, N. et al. Handbook of human factors and ergonomics methods. USA: CRC Press, 2004.
THEUREAU, J. O curso da ação: método elementar. Belo Horizonte: Fabrefactum, 2014.
VIDAL, M. C. Conversação-ação: a interação orientada na ação ergonômica. pp. 205-238. In: DUARTE, F.; FEITOSA, V. Linguagem e trabalho. Rio de Janeiro: Ed. Lucerna, 1998.
VIDAL, M. C. Ergonomia na empresa: útil, prática e aplicada. Rio de Janeiro: EVC Editora, 2001.
VIDAL, M. C. Guia para Análise Ergonômica do Trabalho (AET) na empresa: uma metodologia realista, ordenada e sistematizada. Rio de Janeiro: Editora Virtual Científica, 2003. WILSON, J. R..; CORLETT, N. Evaluation of human work. 3.ed. USA: Taylor and Francis, 2005. WISNER, A. A metodologia na ergonomia: ontem e hoje. In: WISNER, A. A inteligência do trabalho: textos
selecionados em ergonomia. São Paulo: FUNDACENTRO, 1994. WISNER, A. Por dentro do trabalho: ergonomia: método & técnica. São Paulo: Oboré, 1987.
Disciplina: Estatística Paramétrica e Não-Paramétrica
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Estatística Aplicada.
Ementa: Princípios de inferência. Inferência para uma e duas populações. Regressão linear e não linear. Dados categóricos. Testes não paramétricos. Princípios de modelagem linear hierárquica. Aplicações de softwares.
Bibliografia: CASELLA, G., BERGER, R. L. Statistical inference. UEA: Duxbury Thomson Learning, 2002. FREUND, R. J. et al. Statistical methods. Canada: Academic Press, 2010. KVAM, P. H., VIDAKOVIC, B. Nonparametric statistics with applications to science and engineering. New Jersey: Wiley, 2007. MONTGOMERY, D. C.; PECK, E. A.; VINING, G. Introduction to linear regression analysis. 4.ed. New Jersey: John Wiley, 2007. RYAN, T. P. Modern regression methods. New Jersey: Wiley, 2009.
Disciplina: Planejamento e Análise de Experimentos
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Estatística Aplicada.
Ementa: Introdução ao planejamento e análise de experimentos. Experimentos comparativos simples.
Criando modelos de regressão para dados experimentais. Arranjos fatoriais completos. Arranjos fatoriais fracionados. Arranjos de superfície de resposta. Otimização de processos de fabricação. Projeto de parâmetros robustos.
Bibliografia: BASS, I.; LAWTON, B. Lean six sigma using SigmaXL and Minitab. New York: McGraw Hill Professional, 2009. HILLIER, F. S.; LIEBERMAN, G. J. Introdução à pesquisa operacional. 9.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. MATHEWS, P. G. Design of experiments with MINITAB. Milwaukee: ASQ Quality Press, 2005. MONTGOMERY, D. C. Design and analysis of experiments. 7.ed. New Jersey: John Wiley & Sons, 2009. MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MONTGOMERY, D. C.; JENNINGS, C. L.; PFUND, M. E. Managing, controlling, and improving quality.New Jersey: John Wiley & Sons, 2011. MONTGOMERY, D. C.; PECK, E. A.; VINING, G. Introduction to linear regression analysis. 4.ed. New Jersey: John Wiley, 2007. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2016. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F. Estatística aplicada à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004. MYERS, R. H.; MONTGOMERY, D. C.; ANDERSON-COOK, C. M. Response surface methodology: process and product optimization using designed experiments. New Jersey: John Wiley & Sons, 2016.
Disciplina: Otimização Linear
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Modelos de programação linear. Método Simplex. Dualidade. Análise de sensibilidade.
Bibliografia: ARENALES, M. et al. Pesquisa operacional para cursos de engenharia. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. BAZARAA, M. S.; JARVIS, J. J.; SHERALI, H. D. Linear programming and network flows. New Jersey: John Wiley & Sons, 2011. BERTSIMAS, D.; TSITSIKLIS, J. N. Introduction to linear optimization. Belmont: Athena Scientific, 1997. MACULAN, N.; FAMPA, M. H. C. Otimização linear. Brasília: Editora da UnB, 2004.
Disciplina: Otimização Discreta
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Otimização Linear.
Ementa: Modelos de programação linear inteira. Branch-and-bound. Relaxação Lagrangeana. Planos de corte. Geração de colunas.
Bibliografia: ARENALES, M. et al. Pesquisa operacional para cursos de engenharia. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. CHEN, D.; BATSON, R. G.; DANG, Y. Applied integer programming: modeling and solution. New Jersey: John Wiley & Sons, 2010. WOLSEY, L. A. Integer programming. New Jersey: John Wiley & Sons, 1998.
Disciplina: Otimização Combinatória e Metaheurísticas
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Complexidade e aplicações de problemas de otimização combinatória. Métodos construtivos e de busca local. Metaheurísticas baseadas em busca local: GRASP, Iterated Local Search, Busca Tabu, Variable Neighborhood Search, etc. Metaheurísticas baseadas na natureza: Algoritmos Genéticos, Colônia de Formigas, etc.
Bibliografia: DOERNER, K. F. et al. Metaheuristics: process in complex systems optimization. New York: Springer, 2007. GENDREAU, M.; POTVIN, J. (coord.) Handbook of metaheuristics. 2.ed. New York: Springer, 2010. LOPES, H. S.; RODRIGUES, L. C. A.; STEINER, M. T. A. (coord.) Meta-heurísticas em Pesquisa Operacional. Curitiba: Omnipax, 2013. MICHALEWICZ, Z.; FOGEL, D. B. How to solve it: modern heuristics. New York: Springer, 2000. MICHIELS, W.; AARTS, E.; KORST, J. Theoretical aspects of local search. New York: Springer, 2007.
Disciplina: Tópicos Especiais em Gestão Integrada de Sistemas de Produção I
N° de Créditos: 04
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Disciplina com ementa variável cujo conteúdo está relacionado aos aspectos gerenciais dos
sistemas de produção. Oportuniza a discussão de temas emergentes não abordados na lista regular de
disciplinas do programa.
Bibliografia: Definida de acordo com os tópicos a serem abordados na disciplina.
Disciplina: Tópicos Especiais em Gestão Integrada de Sistemas de Produção II
N° de Créditos: 02
Pré-requisitos: Nenhum.
Ementa: Disciplina com ementa variável cujo conteúdo está relacionado aos aspectos gerenciais dos
sistemas de produção. Oportuniza a discussão de temas emergentes não abordados na lista regular de
disciplinas do programa.
Bibliografia: Definida de acordo com os tópicos a serem abordados na disciplina.
Última atualização: sexta-feira, 22 de agosto de 2025