{"id":25,"date":"2025-04-29T20:21:25","date_gmt":"2025-04-29T23:21:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/?page_id=25"},"modified":"2025-07-14T13:48:13","modified_gmt":"2025-07-14T16:48:13","slug":"algarobeira","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/algarobeira\/","title":{"rendered":"Algarobeira"},"content":{"rendered":"\n<p>A maravilhosa planta de r\u00e1pido crescimento, elevada resist\u00eancia a seca.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<strong>ORIGEM DA ALGAROBEIRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aspectos gerais da cultura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Principais rotas da expans\u00e3o da algarobeira no mundo, a partir das Am\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"370\" src=\"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/37fd60cb-7493-4f69-a136-36cd3702a6d5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-26\" style=\"width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/37fd60cb-7493-4f69-a136-36cd3702a6d5.png 640w, https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/37fd60cb-7493-4f69-a136-36cd3702a6d5-300x173.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>FONTE: Pasiecznik (2001)<\/p>\n\n\n\n<p>Os algarobais constituem uma importante fonte de renda para os povos de zonas \u00e1ridas e semi\u00e1ridas sul-americano; seu uso remota desde a antiguidade, h\u00e1 mais de 8000 anos. Sementes de algarobeiras origin\u00e1ria do deserto no Peru se espalharam pelo M\u00e9xico, Estados Unidos, \u00cdndia, \u00c1frica do Sul e Austr\u00e1lia, Jamaica e Hava\u00ed. Nos \u00faltimos 200 anos o g\u00eanero Prosopis, do Sul e da Am\u00e9rica Central, tem sido distribu\u00eddo em regi\u00f5es secas do mundo e agora espalhado em regi\u00f5es \u00e1ridas e semi\u00e1ridas do leste da \u00e1frica, \u00c1frica do Sul, Paquist\u00e3o, \u00cdndia, Brasil e Autr\u00e1lia (CHOGE et al. 2007; ROIG, 1993). Segundo AZEVEDO, 1960, 1961; GOMES, 1961, sua introdu\u00e7\u00e3o no Brasil data de 1942, em Serra Talhada, Pernambuco, com sementes procedentes de Piura, Peru, por interm\u00e9dio da Secretaria de Agricultura desse estado, por recomenda\u00e7\u00e3o do J.B. Griffing, diretor da Escola Superior de Agricultura de Vi\u00e7osa, Estado de Minas Gerais. Duas introdu\u00e7\u00f5es adicionais foram feitas em Angicos, Rio Grande do Norte, em 1947, com sementes do Peru e, em 1948, com sementes oriundas do Sud\u00e3o (AZEVEDO, 1955).<\/p>\n\n\n\n<p>Principais esp\u00e9cies de algarobeira Existem, no mundo, cerca de 44 esp\u00e9cies de Prosopis distribu\u00eddas nas Am\u00e9ricas, \u00c1sia e \u00c1frica, principalmente nas \u00e1reas quentes, de baixa pluviosidade e distribui\u00e7\u00e3o irregular de chuvas. Am\u00e9rica do norte: P. glandulosa, P. pubescens, P. veluntina; Am\u00e9rica Central \/ Am\u00e9rica do Sul: P. abbreviata, P. Alba, P. affinis, P. articulata, P. caldenia, P. calingastana, P. chilensis, P. ciner\u00e1ria, P. ferox, P. flexulosa, P. hasslere, P. juliflora, P. kuntzeil, P. laevigata, P. nardubay, P. nigra, P. pallida, palmeri, P. panta, P. pugionatta, P. rubiflora, P. r\u00fascifolia, P. tamarugo, P. tamaruya, P. torquat e P. vinalillo. Africanas e asi\u00e1ticas: P. africana, P. ciner\u00e1ria, P. pallida (Burkart, citado por AZEVEDO, 1961).<\/p>\n\n\n\n<p>As esp\u00e9cies do g\u00eanero Prosopis apresentam grande resist\u00eancia \u00e0 seca e \u00e0 salinidade, mas t\u00eam tem alta capacidade de fixar nitrog\u00eanio ao solo, os frutos s\u00e3o ricos em carboidratos, prote\u00ednas e minerais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No mundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BURKART, 1976a, citado por (LIMA &amp; SILVA, 1991), em trabalho sobre Ocorr\u00eancia sub-espont\u00e2nea de uma Algaroba no Nordeste Brasileiro em 1991. O g\u00eanero Prosopis originou-se na \u00c1frica Tropical, onde a&nbsp;<em>P. africana<\/em>&nbsp;\u00e9 uma \u00faltima esp\u00e9cie que ainda persiste.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Ainda, de acordo com o autor, em \u00e9pocas remotas, ancestrais de Prosopis migraram da \u00c1frica para a Am\u00e9rica (baseado na teoria de que os continentes eram ligados) e originaram dois polos de evolu\u00e7\u00e3o: um na regi\u00e3o M\u00e9xico-Texana e outro na regi\u00e3o Argentina-Paraguai-Chile 1976a.&nbsp;Diversos fatores indicam que, na Am\u00e9rica, o centro principal de dispers\u00e3o de Prosopis \u00e9 a Argentina (BURKART, 1976a). Das 40 esp\u00e9cies end\u00eamicas da Am\u00e9rica, nove s\u00e3o da Am\u00e9rica do Norte e 31 da Am\u00e9rica do Sul. Destas, 29 s\u00e3o encontradas na Argentina, tendo sido classificadas mais de 20 como end\u00eamicas (KARLIN &amp; AYERZA, 1982). BURKART (1976a) relatou apenas 13 esp\u00e9cies como end\u00eamicas da Argentina.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"513\" src=\"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/29575418-7c76-46a6-b558-476b51a39f3d.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-27\" style=\"width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/29575418-7c76-46a6-b558-476b51a39f3d.png 733w, https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/sites\/298\/2025\/04\/29575418-7c76-46a6-b558-476b51a39f3d-300x210.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/plone.ufpb.br\/lba\/contents\/imagens\/algarobeira.png\/@@images\/29575418-7c76-46a6-b558-476b51a39f3d.png\" alt=\"Campos de algarobais pr\u00f3ximo ao munic\u00edpio de regi\u00e3o de Riach\u00e3o do Bacamarte na Para\u00edba.\" title=\"Algarobeira\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong><\/strong>A maior distribui\u00e7\u00e3o do g\u00eanero se encontra na regi\u00e3o Nordeste, com reflorestamento de&nbsp;<em>P. juliflora<\/em>, procedente, inicialmente, do Peru. (AZEVEDO, 1955) classificou as plantas de&nbsp;<em>P. juliflora<\/em>&nbsp;existentes no Brasil conforme a proced\u00eancia. Aquelas introduzidas em Serra Talhada, Pernambuco, em 1942 e em Angicos, Rio Grande do Norte, em 1947 foram consideradas provenientes do Peru e aquelas introduzidas em Angicos, em 1948, provenientes do Sud\u00e3o.&nbsp;Apesar de alguns autores afirmarem que as plantas introduzidas em Serra Talhada, em 1942, tenham sido destru\u00eddas, por terem espinhos, ainda se encontram na Fazenda Saco, da Esta\u00e7\u00e3o Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Pernambuco (IPA), algumas remanescentes daquele plantio.&nbsp;Ap\u00f3s essas introdu\u00e7\u00f5es em Serra Talhada e Angicos, a&nbsp;esp\u00e9cie&nbsp;<em>P. juliflora&nbsp;<\/em>se expandiu pelos demais estados do nordeste.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Potencialidades econ\u00f4micas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A algaroba, al\u00e9m de sua perfeita adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de solo e clima no semi\u00e1rido brasileiro, oferece potencialidades econ\u00f4micas que poder\u00e3o contribuir de maneira significativa para o desenvolvimento destas regi\u00f5es.&nbsp;Oriunda de regi\u00f5es \u00e1ridas e semi\u00e1ridas do planeta, a esp\u00e9cie (<em>Prosopis juliflora<\/em>) predomina em quase todos os estados do Nordeste brasileiro.&nbsp;Essa leguminosa de r\u00e1pido crescimento, resistente a seca e elevado potencial energ\u00e9tico, possui in\u00fameras aplica\u00e7\u00f5es e usos no meio rural desde a antiguidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Benef\u00edcios ambientais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As cidades do semi\u00e1rido nordestino s\u00e3o quentes e secas, enquanto que as \u00e1reas povoadas com algaroba formam extensos algarobais, constituidos por plantas sempre verdejantes, de porte elevado, frondosas e carregadas de vagens doces e arom\u00e1ticas, criando um microclima e amenizando a temperatura dessas regi\u00f5es. Caracteriza-se como uma das mais importantes fontes energ\u00e9ticas durante o per\u00edodo cr\u00edtico de estiagem no Nordeste Brasileiro.&nbsp;Essa caracter\u00edstica \u00e9 de extrema import\u00e2ncia, uma vez que a precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica m\u00e9dia anual dessa regi\u00e3o gira em torno de 750 mm e, embora seja baixa para outras esp\u00e9cies vegetais, j\u00e1 \u00e9 7,5 vezes maior do que essa esp\u00e9cie necessita para ocorrer.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido a essa pequena exig\u00eancia em \u00e1gua, comprovada capacidade de crescer em solos de baixa fertilidade e de condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas imprest\u00e1veis a outras culturas, evidencia-se as grandes potencialidades desta leguminosa como fonte geradora de alimentos para o homem e para os animais, constituindo-se em importante fonte de desenvolvimento para as regi\u00f5es \u00e1ridas e semi\u00e1ridas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das caracter\u00edsticas mencionadas acima e das suas m\u00faltiplas aplica\u00e7\u00f5es e usos, dezenas de outras caracter\u00edsticas importantes comprovam a viabilidade do seu cultivo nas propriedades rurais do semi\u00e1rido nordestino. Popularmente conhecida por seus entusiastas como &#8220;PLANTA M\u00c1GICA&#8221;, seu valor \u00e9 precioso para o semi\u00e1rido nordestino e tem sido recomendada por conceituados pesquisadores e t\u00e9cnicos da \u00e1rea para a regi\u00e3o do pol\u00edgono das secas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aspectos bot\u00e2nicos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistem\u00e1tica &#8211;&nbsp;<\/strong>A algarobeira est\u00e1 classificada, segundo BARROS et al. (1981), da seguinte forma:<br>FAM\u00cdLIA &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.Leguminosae<br>SUB-FAM\u00ccLIA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Mimosaceae<br>G\u00caNERO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.Prosopis<br>ESP\u00c9CIE&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Prosopis juliflora (Sw) DC.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Morfologicamente a algarobeira apresenta as seguintes caracter\u00edsticas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistema radicular &#8211;&nbsp;<\/strong>Em geral a sua sua ra\u00edz principal chega a atingir grandes profundidades, pois, sendo uma planta de regi\u00f5es \u00e1ridas, busca encontrar o len\u00e7ol fre\u00e1tico, retirando \u00e1gua do subsolo para a superf\u00edcie.&nbsp;Essa ess\u00eancia espalha tamb\u00e9m um bom n\u00famero de ra\u00edzes no subsolo.&nbsp;Todas as esp\u00e9cies de Prosopis podem sobreviver em \u00e1reas com baixa precipita\u00e7\u00e3o anual ou per\u00edodos secos muito prolongados. Suas ra\u00edzes podem captar \u00e1gua do solo ou outras fontes de \u00e1gua permanentes dentro dos primeiros anos.&nbsp;Sendo as esp\u00e9cies adaptadas a climas \u00e1ridos e semi\u00e1ridos, a germina\u00e7\u00e3o, geralmente acontece durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa e mudas devem ser estabelecidas suficientemente bem para que sobreviva a primeira esta\u00e7\u00e3o seca. A exist\u00eancia de dois sistemas de raiz, uma raiz pivotante funda para alcan\u00e7ar \u00e1gua do subsolo e um tapete de ra\u00edzes laterais de superf\u00edcie para absorver \u00e1guas das chuvas infrequentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" \"><strong>Folhas &#8211;&nbsp;<\/strong>S\u00e3o compostas, bipinadas, de inser\u00e7\u00e3o alterna, 1 juga, e poucas vezes 2 jugas, fol\u00edolos de 6 a 30 jugas, linear-oblongas, separadas entre s\u00ed por longos r\u00e1quis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" \">\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\" \"><strong>Flores &#8211;&nbsp;<\/strong>Infloresc\u00eancias em espigas axilares cil\u00edndricas de 7 cm de comprimento; o c\u00e1lice possui forma tubular e de cor verde-amarelo-claro, 1,5 mm de largura, com s\u00e9palas em forma da camp\u00e2nula; a corola \u00e9 composta de 5 p\u00e9talas de cor verde-claro, amarelada, com 3 mm de tamanho e piloso nos lados; possui 10 estames estendidos, de cor amarelo-laranja, contendo nas extremidades as anteras de cor marrom e com 4 mm de comprimento; o pistilo \u00fanico e com forma delgado, curvado, branco, com cerca de 4 mm de comprimento e ov\u00e1rio de cor verde-claro e pouco piloso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" \">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" \"><strong>Frutos &#8211;<\/strong>&nbsp;morfologicamente, os frutos da algarobeira s\u00e3o vagens achatadas e mais ou menos curvas, com depress\u00f5es entre as sementes, tendo em m\u00e9dia 25 cent\u00edmetros de comprimento dependendo da variedade. \u00c9 composto por epicarpo cori\u00e1ceo, de cor amarelo-claro; mesocarpo carnoso e rico em sacarose podendo atingir mais de 40%; o endocarpo \u00e9 lenhoso e forma cerdas contendo as sementes a parte mais nobre do fruto, de onde \u00e9 extra\u00eddo o hidrocol\u00f3ide.&nbsp;Por\u00e9m, em estudos realizados por Gouveia, (2010), em regi\u00f5es semi\u00e1ridas do Estado da Para\u00edba, no Nordeste brasileiro, foram encontrados frutos com at\u00e9 36 cent\u00edmetros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maravilhosa planta de r\u00e1pido crescimento, elevada resist\u00eancia a seca. &nbsp;ORIGEM DA ALGAROBEIRA Aspectos gerais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":47,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-25","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/users\/47"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":467,"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25\/revisions\/467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ct.ufpb.br\/lba\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}